Térmitas

Desinfestação
Térmitas


Utilizamos técnicas e meios eficazes para controlo e exterminação dos vários tipos de térmitas existentes na Peninsula Ibérica.
Dependendo das condições da implantação das Térmitas no edificio utilizamos os dois meios de combate abaixo descritos:
Para um Orçamento Desinfestação Térmitas Contacte-nos!

INJEÇÃO E ASPERSÃO LIQUIDOS:
APLICAÇÃO DE ISCOS TÉRMICIDAS:
INJECÇÃO E ASPERSÃO LÍQUIDOS

A luta curativa a Infestações por Térmitas:
Quando as Térmitas tiverem sido detetadas no edifício, o princípio da luta consiste em criar uma barreira na base da construção.
Esta barreira ativa, destrói as térmitas presentes e previne infestações futuras.
Esta barreira deve ser efetuada no solo e nos muros.
No interior das construções, se as madeiras tiverem sido atingidas, é indispensável tratá-las com um produto desinfestante específico.
A luta preventiva às Térmitas:
Consiste em tratar o solo antes de qualquer construção.

Profilaxia da construção:
Só um tratamento pode eliminar uma infestação de térmitas numa construção, contudo o êxito está condicionado a regras "de higiene da construção".
Efetivamente, para sobreviverem, as térmitas têm necessidade de água e de celulose, por isso, qualquer intervenção, deverá imperativamente ser acompanhada pelas seguintes medidas:

• Supressão de todas as fontes de humidade na construção: fugas de água, infiltração, condensação.
• Supressão de qualquer armazenamento de madeira morta dentro ou nas redondezas da construção.
• Eliminação dos papéis velhos (jornais, revistas...), caixotes velhos e de todos os panos.

Por outro lado, o êxito de um Tratamento Barreira, fundamenta-se igualmente no tratamento
generalizado da construção (é imperativo não excluir qualquer parte) e de todos os anexos:
varanda, garagens, abrigos, casota do cão, mesmo quando afastados do edifício principal.
                      
A eficácia excecional:

Ação prolongada favorecida pela transmissão secundária, os resultados contra térmitas e xilófagos, superam nitidamente os dos outros produtos existentes no mercado.
Tomando em consideração as características da matéria ativa e das formulações específicas, verifica-se:

• Ativo a dose muito fraca;
• Solubilidade muito fraca na água;
• Absorção sobre os colóides organominerais muito forte;
• Tensão de vapor muito fraca, que aplicada corretamente, respeita o Homem e o Ambiente;
• Age sobre os insetos por ingestão e por contacto.

Polivalência:
Utilizável em todas as situações: construção e reabilitação.

Segurança:
Sem odor e sem perigo para as canalizações.

Modo de ação nas Térmitas:
Age a nível do sistema nervoso central, é inibidor não competitivo do GABA (ácido gama-amíno-butírico) e específico aos invertebrados. As moléculas do inseticida, ao fixarem-se sobre as Térmitas, situado dentro do canal cloro, inibem o fluxo intracelular do cloro. Deste modo, anula o efeito neuroregulador do GABA, provocando a morte rápida do parasita através de hiperexcitação.




CONTROLO DE TÉRMITAS EFICAZ E DEFINITIVO



Isco térmiticida. Em que consiste?


Os iscos termiticidas são altamente eficazes no controlo das térmitas.
Ao contrário do tratamento químico tradicional de barreira química,
requer um processo e tempo para que o principio ativo seja distribuído
por toda a colónia de Térmitas. Durante este período é necessária a
vigilância por parte profissionais para seguir o processo e certificar
os resultados. Os resultados são excecionais, o tratamento proporciona
uma cobertura permanente e definitiva ao conseguir a eliminação total das colónias.
     

                      Aplicação de isco térmicida - Garantia de Resultados

O Aplicação de isco térmicida é um sistema termiticida de ação lenta que permite
o controlo da colónia mediante a utilização de um isco alimentar impregnado com
um ingrediente ativo, diflubenzurão que, uma vez ingerido pela térmita e aproveitando
a sua biologia, transfere os seus efeitos negativos à colónia até à sua total erradicação.

Vantagens da Aplicação de isco térmicida

Aproveita a biologia e o comportamento especial das térmitas, facilitando a ação do princípio ativo dentro da colónia e chegando a todos os seus membros sem provocar alarme ou fuga entre eles.
Ao contrário dos tratamentos à base de químicos, pelo seu efeito seletivo, não afeta o meio ambiente e é inócuo para pessoas ou animais. Não produz cheiros nem alterações das águas subterrâneas, utilizado de acordo com o protocolo do Isco Térmicida.
Atua sobre a totalidade da colónia e não apenas sobre os insetos que entram em contato com o inseticida.


O Isco Térmicida tem mais de 10 anos de êxitos



O Isco Térmicida, realizou centenas de tratamentos a nível nacional durante mais de uma década com
extraordinários resultados, tanto em edifícios privados como públicos e de interesse patrimonial.
O êxito dos resultados deve-se a:

A fusão da eficácia do Diflubenzurão com a extraordinária palatabilidade da celulose utilizada nos iscos;
Princípio ativo (Diflubenzurão), reconhecido a nível internacional, pela sua eficácia no controlo das térmitas;
Defendido na Diretiva Europeia de Biocidas;
Sistema sob avaliação CTBA+;
Excelente palatabilidade da celulose do isco;                                                                                                                        


O PROCESSO METODOLÓGICO

O sistema baseia os seus resultados no conhecimento do comportamento da térmita, do meio onde atua, do uso de um isco de excelente palatabilidade e de um princípio ativo eficaz para o controlo de térmitas. O sistema propõe um processo de atuação que estabelece fases de atuação.

O Estudo: É fundamental para atingir o êxito. É a fase mais importante do processo, para além de identificar os danos, analisa que fatores proporcionaram o ataque da térmita. Uma vez realizado o estudo estabelecemos os parâmetros de atuação;
A Instalação: Pode realizar-se em qualquer período do ano, ainda que para obter resultados imediatos é aconselhável que seja realizada durante a Primavera, período em que a térmita apresenta uma maior atividade.
O Controlo: Uma vez estabelecido contato com a colónia, inicia-se a fase de controlo. As estações e zonas críticas serão revistas periodicamente até se obter a eliminação da colónia.






Protocolo de atuação - estação de solo


Em primeiro lugar deverá realizar-se um estudo onde, para além de identificar os danos do edifício afetado,
se deverá ter em conta as características ambientais e urbanísticas do ambiente ao redor, os valores como
a humidade e temperatura, assim como a presença de materiais de base celulósica, com a finalidade de
estabelecer um critério para a instalação das estações e iscos.

Uma vez realizado o plano de atuação, procede-se à instalação das Estações. Instalam-se no exterior do
perímetro do edifício afetado, cobrindo de maneira especial a área identificada, a uma distância não
superior a 5 metros entre elas.
As Estações devem dispor de um atrativo em madeira para possibilitar a monitorização e facilitar o
contato com a térmita.

Uma vez estabelecido o contato com a térmita, incorpora-se na Estação a caixa de isco que se encherá
com o substrato biocida. A Estação deverá estar em condições ótimas evitando humidades excessivas
que podem provocar a perda de conexão. A humidade no local onde se encontra o isco deve ser estável
e regular.

A substituição e reposição dos iscos deve realizar-se com o maior cuidado possível, facilitando a conexão
do isco reposto e evitando qualquer perturbação que possa alterar a conduta das térmitas.

Em espaços urbanos com solo de betão pode-se substituir a tampa plastificada por outra metálica com
fecho de segurança. Para facilitar a sua instalação há que eliminar as patilhas exteriores.

Os porta iscos deverão ser revistos periodicamente, uma vez ao mês. É importante manter o controlo do
porta iscos para não perder o contato com a térmita. Quando tenhamos constância na eliminação da colónia,
podem-se utilizar a porta iscos como unidades de monitorização, com o objetivo de controlar possíveis reinfestações.















                    
Protocolo de atuação - estação de parede

As Wall Box (estações de parede), deverão ser instaladas de forma a intercetar o caminho das térmitas, adaptando-se a cada situação,
seja em muros, paredes, vigas, marcos de portas e janelas ou outros elementos de carpintaria danificada.
O isco deverá ocupar a totalidade do interior da estação e assim se criar as melhores condições para criar o microclima necessário
para a sua colonização, com especial cuidado de manter um nível de humidade constante.
Perfurar a bolsa com várias picadelas e fazer um pequeno corte na lâmina interior para facilitar o contato direto do isco com o cordão
de atividade.
Humedecer os iscos com a ajuda de vaporizador e água destilada, para facilitar a conexão da térmita com o porta iscos e garantir o
consumo nos mesmos.
A substituição e reposição dos iscos deve realizar-se com o maior cuidado possível, facilitando a conexão do novo isco reposto e
evitando qualquer perturbação que possa alterar a conduta das térmitas.
Se não for visualizado ataque, mas haja constância na sua atividade, é aconselhável realizar registos audífonos para identificar a sua
localização.
Nestes casos pode-se instalar as estações de parede mediante a utilização de mechas que facilitem a conexão com a térmita.
ERRADICAÇÃO DA COLÓNIA

O Aplicação de isco térmicida, baseia os seus resultados no conhecimento do comportamento da térmita e do meio onde atua. Para além de dispor de um isco de excelente palatabilidade e do princípio ativo diflubenzurão.

Durante o processo de tratamento é indispensável uma vigilância contínua por parte do profissional. Vai observar-se que durante os primeiros meses haverá um consumo grande da celulose e progressivamente este consumo irá diminuindo como consequência da debilitação da colónia. Não obstante, existem uma série de sinais no comportamento das térmitas que nos indicam a sua extinção:

Diminuição da atividade das térmitas.
Embranquecimento do abdómen das térmitas. A cutícula das térmitas é transparente e geralmente a sua cor parda deve-se à alimentação. À medida que vão consumindo o isco vai observando-se uma pigmentação esbranquiçada nos indivíduos da colónia produzida pelo substrato do isco utilizado.
Inversão das castas na colónia. À medida que as obreiras vão morrendo, a falta de alimento obriga as restantes castas a saírem em busca de alimento, detetando-se a presença de neotécnicos e castas inferiores, assim como o aumento percentual de soldados nas estações.
Aparecimento de ácaros por debilitação da térmita, em obreiras e soldados.


IMAGENS ESTRAGOS PROVOCADOS POR TÉRMITAS

       

       

               

                
       
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