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Desinfestação
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O método de desinfestação por anoxia consiste na modificação artificial da atmosfera de um determinado espaço, mediante a retirada de oxigénio. Os orçamentos são gratuitos. Contacte-nos sem compromisso.


O sistema consiste em:

• Câmara móvel, em PVC reforçado, com a capacidade de 12m3 (200 larg. x 300 comp. x 200 alt.), de onde é retirado praticamente todo o oxigénio (fonte de vida dos insetos) e introduzido um gás inerte (sem qualquer toxicidade)
• Um gerador de azoto designado VPSA (Vacuum Pressure Swing Adsorber), embutido num armário isolado que, ao retirar o ar da Câmara, remove as moléculas de oxigénio (mediante o uso de um filtro de carvão), e o transforma em azoto
• Uma unidade de humidificação ultra-sónica
• Um computador com impressora e modem e o software ZerOx. Suporte informático que controla, avalia e mantém parâmetros pré-estabelecidos como o nível de oxigénio, humidade relativa e temperatura.

O que é o expurgo por anoxia?

O método de desinfestação por anoxia consiste na modificação artificial da atmosfera (prática designada por atmosfera controlada) de um determinado espaço, mediante a retirada de oxigénio até níveis inferiores a 0,5% e a introdução de um gás inerte, neste caso o azoto. Paralelamente procede-se à monitorização dos níveis de temperatura e humidade relativa, que mantidos dentro de determinados parâmetros promovem a maior eficiência dos tratamentos. O método elimina os insetos por desidratação e asfixia.




Que tipo de objetos/materiais podem ser sujeitos a este tratamento?

• Papel
• Pergaminho
• Couro
• Madeira
• Têxteis (materiais orgânicos)

Quanto tempo duram os tratamentos?
O tempo mínimo aconselhado para cada tratamento deverá ser de 21 dias, para que a penetração do azoto atue até ao nível do ovo do parasita.


O tratamento é eficaz?
Os tratamentos são eficazes, desde que as peças tratadas sejam colocadas em locais não contaminados.


Que cuidados se devem ter após o tratamento?
Os locais onde as peças sujeitas a tratamento são colocadas devem ser limpos e desinfetados cuidadosamente para que se eliminem eventuais focos de infestação. Após o tratamento as peças devem ser limpas. Uma peça tratada não pode ser colocada junto de peças contaminadas.


Mais informações sobre a desinfestação por anoxia:
A desinfestação com recurso a produtos químicos revelou-se nociva para as espécies bibliográficas, para o Homem e para o ambiente, tornando premente a descoberta de alternativas.

A investigação e desenvolvimento de técnicas de desinfestação por meio de atmosferas modificadas desenvolveu-se a partir de meados do século XX, em produtos alimentares armazenados, estendendo-se, posteriormente, a bens culturais. A aprovação em 1980 da utilização do azoto e do dióxido de carbono para o controlo de pragas em produtos alimentares, pelo governo americano, abriu caminho à investigação desta metodologia e à sua aplicação noutras áreas, especificamente no âmbito da cultura.

A utilização de atmosferas com elevada concentração de dióxido de carbono, eficientes em projetos de larga escala, mostrou-se problemática em termos da sua aplicabilidade a produtos culturais.

Este facto, promoveu novos estudos tendo-se chegado à conclusão que era preferível a utilização de azoto associado à redução dos níveis de oxigénio (numa percentagem inferior a 0,5%), por ser mais fácil de controlar em operações de pequena escala.

As décadas de 1980/90 ficaram marcadas pela experimentação e afinação do método e pela proliferação de instituições que, um pouco por todo o mundo, recorriam a este método especificamente museus, bibliotecas e arquivos. Em concreto, o método elimina os insetos por desidratação e asfixia.

A coleção, peça de museu ou outro bem a ser sujeito a tratamento, é isolado numa câmara ou bolha, produzida em PVC, polietileno (PE) ou politetrafluoretileno (PTFE), à qual é retirada todo o oxigénio e introduzido, em sua substituição um gás inerte, neste caso o azoto.

Uma das particularidades deste método é que tem que haver uma monitorização constante dos níveis de oxigénio dentro da câmara de modo a que nunca exceda os 0,3%.

São igualmente controlados durante todo o tratamento a pressão, a temperatura e os níveis de humidade relativa dentro da câmara.

Este tipo de tratamento é aconselhável tanto em pequenas infestações, localizadas, como em infestações em estado mais avançado.

A literatura da especialidade dá testemunho da evolução desta tecnologia e do seu sucesso.

Este tipo de tratamento não é eficaz na eliminação de parasitas anaeróbicos.


Tabela de conversão (valores aproximados)
1metro linear = ± 35 livros ou 10 caixas de arquivo de 8mm
1m3 = 10 metros lineares

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